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quinta-feira, 10 de setembro de 2015 Congresso | 05:59

De quem é a culpa pelo Brasil ter perdido o grau de investimento? Assista ao que dizem os políticos

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Grau de investimentoPara o senador José Serra (PSDB-SP), basicamente o governo caiu numa armadilha: deu importância demais à cartilha das agências de rating, e acabou que ela abaixaram o nível de nossa classificação de risco.

Já o vice-líder do governo na Câmara, Silvio Costa (PSC-PE), há a crise econômica internacional, mas a oposição tem grande parcela de culpa. Ele cita especialmente as pautas bombas do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE) afirma que o Congresso fez o possível. “Mas não é o fim do mundo.”

Enquanto o senador tucano Tasso Jereissati (CE) diz com todas as letras: caberia ao governo conseguir que o Congresso votasse. Portanto, faltou governo.

Com o que concorda o senador Randolfe Rodrigues (PSol-AP). Mas, para ele, o Congresso não pode se eximir de culpa. Afinal, ficou enrolando em torno de miudezas.

E você, o que acha?

Assista aos argumentos de cada um deles:

Ou: http://youtu.be/O5y8hGxigO4

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quarta-feira, 15 de abril de 2015 partidos | 09:23

Aécio puxa o tema do impeachment no PSDB. Caciques como Serra e Tasso estão reticentes, mas bancada na câmara já embarcou. Assista à discussão

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fonte: PSDB

fonte: PSDB

O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), teve ontem um encontro com a bancada do partido na Câmara para discutirem a reforma política.

Depois de falar sobre diversos assuntos envolvendo o tema, Aécio, que foi adversário de Dilma Rousseff nas últimas eleições, voltou-se para a bancada:

“Agora me digam uma coisa. Sem grandes elaborações. Quem aqui é a favor do impeachment da atual presidente da República?”

Praticamente todos os deputados presentes levantaram as mãos.

Coincidentemente ou não, o PSDB encomendou um estudo do jurista Miguel Reale Jr. sobre a constitucionalidade do impeachment.

E hoje a chamada “Aliança dos Movimentos Democráticos do Brasil”, formada por 50 grupos que participaram da passeata contra Dilma Rousseff no último dia 12, vai ao Congresso encontrar lideranças partidárias dispostas a engrossar o coro dos que pedem o impeachment.

A expectativa do grupo é de se encontrar com representantes do PSDB. Dentro do partido, há também expectativas de que, a partir desse encontro, os tucanos passem a falar mais grosso sobre impeachment.

Ainda mais depois que o próprio Aécio Neves subiu o tom.

Mas na cúpula do PSDB ainda há resistências. o iG comprovou essa diferença de opiniões ouvindo alguns dos tucanos mais ilustres, incluindo o próprio Aécio Neves.

O ex-candidato à Presidência da República foi claro, ao dizer que, para ele, “impeachment não é golpe”:

Já o outro ex-candidato do PSDB à Presidência, o senador José Serra (SP), explicita uma posição bem mais cautelosa. Segundo ele, não há fatos claros para embasar um pedido de impeachment:

Uma cautela em que é acompanhado por outro tucano de alta plumagem, o senador Tasso Jereissati (CE), que viveu de perto as articulações pelo impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Mello. Segundo ele, “o impeachment é uma coisa muito séria que não se pode fazer a cada dez ou cinco anos”:

Já o líder do PSDB no Senado, Cassio Cunha Lima (PB), está bem mais convencido. Cunha Lima não só é pessoalmente favorável ao impeachment como defende que o PSDB analise essa possibilidade com mais firmeza:

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