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Posts com a Tag sabatina

quarta-feira, 26 de agosto de 2015 escândalos políticos | 19:12

Janot vence duelo com Collor e convence senadores de que não há acordão com o governo

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O presidente do DEM, senador José Agripino Maia (RN), foi um dos participantes da sabatina a que foi submetido no Senado, nesta quarta-feira, 26, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Um dos principais caciques da oposição no Congresso, Agripno Maia é um excelente termômetro do desempenho de Janot, que teve sua recondução ao cargo indicada pela presidente Dilma Rousseff.

Em entrevista ao iG, ele faz um balanço das respostas de Janot à inquisição dos senadores e, especialmente, do embate entre o procurador-geral da República e o senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL), que acaba de ter sido denunciado por corrupção.

Segundo Agripino, Janot não só venceu o duelo com Collor “do forma altiva”, como também afastou dos senadores qualquer suspeita de que poderia estar havendo um acordão entre o governo, a procuradoria e o PMDB para beneficiar políticos envolvidos na Lava Jato.

Veja a entrevista e, mais abaixo, o duelo entre Janot e Collor durante a sabatina:

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terça-feira, 25 de agosto de 2015 Congresso | 17:24

Aécio Neves ao iG: PSDB aprova Janot mas vê risco de proteção ao governo

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Presidente nacional do PSDB, o senador Aécio Neves (MG) informa que a tendência em seu partido é pela aprovação da recondução de Rodrigo Janot ao cargo de procurador-geral da República, mas que ele não terá vida fácil na sabatina a que será submetido amanhã.

Eleito em lista tríplice do Ministério Público, Janot teve sua recondução ao cargo indicada pela presidente Dilma Rousseff. Nesta quarta-feira, 26, será submetido a uma sabatina na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, devendo ter a aprovação submetida ao plenário no mesmo dia.

Aécio antecipa ao iG que os tucanos irão centrar fogo nas críticas ao fato de ele não ter denunciado “nomes ligados ao governo”.

Para bom entendedor, meia palavra basta: Os tucanos pretendem aproveitar a sabatina para sugerir que há risco de um grande acordo entre o governo e o Ministério Público para retirar nomes do PT e do PMDB das denúncias da Lava Jato, e proteger a presidente Dilma.

Assista:

Ou: https://youtu.be/Vl47WN9yf7E

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sexta-feira, 14 de agosto de 2015 escândalos políticos | 18:02

Janot encontra-se com Renan na segunda-feira e deve ter a recondução aprovada ainda esta semana

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O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), recebe na segunda-feira o procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

É o primeiro encontro dos dois depois que a presidente Dilma Rousseff decidiu pela recondução de Janot para um segundo mandato à frente do Ministério Público.

Apontado por um dos delatores na operação Lava Jato, Renan resolveu apressar a votação do referendo à indicação de Janot para que não se pensasse que ele estaria contra o procurador-geral.

A indicação de Janot chegou ao Senado na segunda-feira e Renan enviou imediatamente à Comissão de Cosnttituição e Justiça (CCJ). E a sabatina de Janot na CCJ deverá ocorrer já nesta quarta-feira.

A intenção do presidente do Senado é de submeter o nome de Janot ao plenário imediatamente após sua aprovação pela CCJ, ou seja, na própria quarta-feira ou, no máximo, na quinta-feira.

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Sem categoria | 09:25

Apontado na Lava Jato, Edison Lobão prevê que Senado aprova fácil recondução de Janot e diz que também votará a favor

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Ex-ministro das Minas e Energia, o senador Edison Lobão (PMDB-MA) é uma dos apontados pelos delatores da Operação Lava Jato como tendo recebido suborno na construção da hidrelétrica de Belo Monte e de Angra 3.

Senador desde 1986 com mandatos interrompidos, ora por ter sido eleito governador, ora para assumir como ministro, é um dos políticos que mais conhece o Congresso.

Mesmo sob ameaça de ser denunciado pela Procurador Geral da República, o senador afirma ao iG que Rodrigo Janot deverá ter sua recondução ao comando do Ministerio Público facilmente aprovada pelo Senado.

Lobão calcula que, apesar da votação ser secreta, Janot terá contra ele apenas somente “quatro ou cinco votos” dos 81 senadores da Casa.

E mais: O próprio Lobão deverá votar a favor de Janot, segundo ele próprio disse ao iG. Veja:

Ou: https://www.youtube.com/watch?v=zO6nV2tXTCk

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sábado, 8 de agosto de 2015 escândalos políticos | 13:36

Dilma anuncia recondução de Janot, que deve seguir rito sumário no Senado

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Renan Janot

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, anunciou há pouco que a presidente Dilma Rousseff reconduzirá Rodrigo Janot ao cargo de procurador-geral da República por mais dois anos.

Dilma recebeu Janot e Cardozo no Palácio da Alvorada.

Para ser confirmado no cargo, o procurador-geral precisa ainda ter seu nome aprovado pelo Senado.

Cardozo disse que Dilma sempre teve uma “postura de respeito à autonomia do Ministério Público” e que, por isso, está indicando o nome que obteve maior aprovação pela categoria.

Em eleição realizada na última quarta-feira, Janot conquistou 799 votos contra 462 do segundo colocado.

Assim que chegar no Senado, na segunda-feira, a indicação para recondução do procurador-geral, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), pretende imprimir rito sumário à sua aprovação pelos senadores.

Renan tem sido apontado como um dos envolvidos na Operação Lava Jato, depois que um dos delatores, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás Paulo Roberto, afirmou que negociava propinas com “um representante do senador”, que seria o deputado Aníbal Gomes (PMDB-CE).

Renan nega que Aníbal o representasse. E diz que não teme nem impedirá a recondução de Janot.

“A indicação é da presidente e não me envolverá pessoalmente. Não amesquinharei o cargo de presidente do Congresso”, afirma.

Segundo o presidente do Senado, tão logo Dilma envie o nome ao Congresso, o que ocorrerá na segunda-feira, ele o despachará para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), esta sim ficando encarrega de marcar a sabatina.

E Renan acrescenta: “Vou combinar com os líderes para apreciarmos em Plenário a aprovação do nome, no mesmo dia que sair da CCJ.”

Líder do PSDB no Senado, Casso Cunha Lima (PB) afirma que não “há hipótese” de o nome de Janot não ser aprovado.

Segundo ele, o sentimento na Casa pela aprovação de Janot é “praticamente unânime”. Aqueles que porventura fossem contra, por terem possibilidade de serem denunciados, simplesmente não têm condições políticas de se manifestar publicamente contra a recondução, depois de aprovada pela presidente Dilma Rousseff.

O único que até agora tem falado publicamente contra Janot é o senador ex-presidente da República Fernando Collor de Mello (PTB-AL).

Na sua última manifestação na tribuna contra Janot, Collor xingou o procurador de “filho da puta”. Assista:

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segunda-feira, 18 de maio de 2015 Congresso | 11:26

Em julho deve sair decisão de Janot sobre primeiros processos contra Renan e Cunha

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Fotos: Agência Brasil

Fotos: Agência Brasil

Você acha que já chegaram ao auge as encrencas dos presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), contra o governo por conta das acusações contra ambos na Operação Lava Jato?

Nada disso. O pior ainda está por vir. A crise deve esquentar mesmo a partir de julho. É neste mês que os funcionários da Procuradoria-Geral da República acreditam que o seu chefe, Rodrigo Janot, deverá divulgar o primeiro lote de denúncias dos processos contra os envolvidos. Incluindo os políticos.

Existe um processo-mãe, onde estão quase todos os acusados, e existem processos menores, contra um ou outro nome, ou contra grupos específicos.

A expectativa é de que Janot divulgue em julho sua avaliação sobre os processos específicos contra Eduardo Cunha e contra Renan. deixando para agosto ou setembro o processo maior. Na bolsa de apostas do Judiciário, o favoritismo é para quem acredita que Cunha e Renan já serão denunciados nos primeiros processos.

Aí será um “salve-se quem puder” na política brasileira.

Na Câmara, o deputado Paulinho da Força, um dos principais aliados de Cunha, já está tentando incluir no projeto de emenda constitucional que fixa mandatos de ministros do Supremo um artigo proibindo a recondução de procuradores-gerais ao cargo.

Paulinho também tem se mexido para levar Janot a depor na CPI da Petrobras. Até não conseguiu. Nem convocar o procurador-geral, nem as assinaturas para a emenda contra a recondução.

O mandato de Janot vence em setembro e as avaliações até agora apontam pelo desejo da presidente Dilma Rousseff de propor a sua recondução, se ele encabeçar a lista tríplice da Procuradoria. Se Dilma não propuser a recondução, pode parecer, para a opinião pública, que ela teme as denúncias do procurador na Operação Lava jato.

Mas os aliados de Cunha tem mandado recados ao Planalto pedindo que Dilma não proponha a recondução de Janot. Se ela o fizer, o fogo contra o governo na Câmara será muito maior do que até agora.

E no Senado… Bem, no Senado é onde, em caso de recondução, Janot teria que ser sabatinado. Se há pressão agora contra a indicação de Luiz Edson Fachin para ministro do Supremo, imagine o que fará o grupo de Renan, José Sarney & Cia contra Janot.

Agora imagine como estará o cenário político depois de julho, caso os dois presidentes do Congresso sejam formalmente denunciados em julho.

Você ainda acha que estamos no auge da encrenca política neste primeiro semestre?

Agora imagine tudo o que pode ocorrer a partir de julho somado a um aperto ainda maior na economia.

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quarta-feira, 13 de maio de 2015 Congresso | 09:47

Assista ao debate entre Fachin e senador evangélico sobre aborto, casamento gay e marcha da maconha

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O senador Magno Malta (PR-ES) é pastor evangélico e integrante da banda gospel Tempero do Mundo.

Foi um dos últimos a inquirir o jurista Luiz Edson Fachin, ontem no Senado, durante a sabatina a que este foi submetido na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) como parte do ritual da indicação a ministro do Supremo Tribunal Federal pela presidente Dilma Rousseff.

Além do tom bem humorado, vale assistir ao debate entre o jurista progressista e o pastor de teses conservadoras para conhecer o que pensa o provável futuro ministro do STF a respeito de gasamento gay, aborto e marcha da maconha, entre outros assuntos polêmicos.

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terça-feira, 12 de maio de 2015 Congresso | 21:11

Fachin se saiu bem da sabatina até na avaliação da oposição

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Luiz Edson Fachin sofreu a mais extensa sabatina que se tem notícia de um candidato a ministro do Supremo Tribunal Federal na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.

Enfrentou uma estratégia dos partidos de oposição de protelar ao máximo a sabatina.

Mas até mesmo os senadores de oposição admitem que ele se saiu bem.

Antes de divulgadop o resultado final da votação na CCJ, o líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima (PB), já fazia um balanço positivo do desempenho apesar de ter sido um dos inquisidores mais duros.

Em entrevista ao iG, Cássio diz que a oposição saiu ganhando, na medida em que Fachin saiu da sabatina com alguns compromissos com teses defendidas pelos partidos de oposição ao governo de Dilma Rousseff.

Assista:

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Congresso | 12:26

Álvaro Dias enfrenta saia justa com tucanos na sabatina

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O vice-presidente nacional do PSDB, Álvaro Dias (PR), não teve que enfrentar apenas seus próprios colegas de partido na sabatina de Luiz Edson Fachin,  indicado pela presidente Dilma Rousseff, para ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

Foto Marcos Oliveira (Agência Senado)

Foto Marcos Oliveira (Agência Senado)

Relator na sabatina e com um parecer favorávelà aprovação do nome de Fachin, Álvaro Dias foi interpelado na entrada da sessão por um grupo de tucanos, que foi pedir para ele mudar o parecer e votar pela derrubada daindicação.

“Não manche sua biografia.O senhor é conhecido como um senador honrado”, disse um dos manifestantes.

“Estou com vocês na oposição ao governo, mas não na oposição ao país”, respondeu o tucano.

E entrou na concorrida sessão para enfrentar a estratégia da oposição, comandada pelo líder de seu próprio partido, Cassio Cunha Lima (PSDB-RN), de protelar a sabatina indefinidamente.

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terça-feira, 5 de maio de 2015 STF | 17:30

Cacique tucano prevê aprovação fácil de Fachin no Senado: “Ele será uma estrela no STF”

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Vice-presidente nacional do PSDB, o senador Álvaro Dias (PR) é um dos mais ferrenhos críticos do governo Dilma Rousseff no Congresso.

Oposicionismo à parte, o tucano está em campanha aberta pela aprovação do nome de Luiz Edson Fachin para ministro do Supremo Tribunal federal, apesar de o jurista ter sido indicado por Dilma.

Segundo o senador não há contradição aí. Dilma teria escolhido Fachin porque está fraca e precisa de um nome com força própria para conseguir a aprovação dos senadores, argumenta.

O tucano calcula que Fachin passará facilmente pela sabatina dos senadores e será aprovado com quantidade de votos semelhante a dos também sabatinados Gilmar Mendes, Joaquim Barbosa e Dias Tófoli, com um bom número de votos oposicionistas.

“No Paraná o Fachin se tornou uma unanimidade entre toddos os partidos. Tenho certeza de que, com sua competência, será uma estrela do Supremo”, disse Álvaro Dias ao iG. Assista:

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