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Posts com a Tag PT

quinta-feira, 13 de agosto de 2015 Congresso | 15:24

PT será empecilho no Congresso à agenda anticrise de Renan e Levy

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Quem circula pelos bastidores da Cãmara e do senado já sabe: O PT da presidente Dilma Rousseff é quem tem mais críticas, na base governista, a boa parte das propostas da agenda anticrise anunciada pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-RJ), e pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy.

Por enquanto, os petistas estão evitando explicitar essas críticas, para não atrapalhar a aproximação entre Dilma e Renan.

Mas em suas conversas reservadas, senadores e deputados do partido informam que, na medida em que os projetos forem entrando na pauta de votações, eles vão tentar alterar ou mesmo derrubar algumas das propostas de Renan e Levy.

O senador Lindebergh Farias (PT-RJ) é dos primeiros a explicitar suas críticas.

Ao iG, Lindbergh afirma que Renan, Levy & Cia se aproveitam da “fragilidade do governo para impor uma agenda extremamente conservadora que atende aos interesses do grande capital e retira direitos dos trabalhadores”.

Assista:

Ou: https://www.youtube.com/watch?v=zo0TxH6oqjw

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segunda-feira, 3 de agosto de 2015 escândalos políticos | 13:28

Abatido, Dirceu esperava prisão todos os dias, há pelo menos quatro meses

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Há pelo menos quatro meses o ex-ministro chefe da Casa Civil José Dirceu acordava todos os dias de madrugada esperando a chegada da Polícia Federal em sua casa, no Lago Sul de Brasília.

Foi o que disse sua atual mulher, Simone Patrícia Tristão Pereira, a amigos: Dirceu tinha absoluta certeza de que seria preso pela Operação Lava Jato. Sentia-se envelhecido, cada vez mais frágil nos últimos dias, relatou Simone.

A mulher de Dirceu contou que a filha do casal, Maria Antônia, de 7 anos, estava dormindo na hora da prisão (correção: a menina tem cinco anos). E que o futuro da menina, segundo Simone, era a grande preocupação do ex-ministro nos últimos dias.

Simone também está muito abatida, e disse se sentir desamparada sem o marido. Dirceu foi informado de que, caso seja condenado, poderá pegar uma pena de cerca de 15 anos de prisão.

Como não é mais réu primário, por causa do Mensalão, o cumprimento da pena não poderá ser em regime semi aberto ou domiciliar, como atualmente.

Com o agravante de que, como seu irmão, Luiz Eduardo de Oliveira e Silva, também foi detido sob acusação de envolvimento, e como há acusações de que outros parentes e familiares estariam sendo acusados de atuarem como seus laranjas, Dirceu a mulher temem ficarem sem recursos financeiros neste período de crise e de investigações.

Dirceu está seguro, no entanto, de que desta vez, diferentemente do Mensalão, terá um julgamento menos duro e que algumas de suas provas serão levadas mais em conta do que ocorreu no Supremo Tribunal Federal sob a presiência de Joaquim Barbosa.

 

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terça-feira, 28 de julho de 2015 escândalos políticos | 16:35

PMDB suspeita ser o foco da investida da Lava Jato sobre Furnas

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Parlamentares do PMDB suspeitam de que as novas investidas da Operação Lava Jato sobre a Eletrobras e sobre Furnas Centrais Elétricas têm por trás a briga entre o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Uma história que circula em Brasília — e que já foi até alvo da mídia — dá conta de que a origem do desentendimento entre Eduardo Cunha e a presidente Dilma Rousseff está no setor elétrico. Setor que fez de Dilma secretária de estado no Rio Grande do Sul, ministra das Minas e Energia e depois ministra-chefe da Casa Civil.

O motivo: Uma guerra aberta por mudanças na diretoria do fundo de pensão de Furnas Centrais Elétricas, depois que Eduardo Cunha conseguiu nomear como presidente da estatal o ex-prefeito do Rio de Janeiro Luiz Paulo Conde, falecido há poucos dias.

Num de seus primeiros encontros como presidente da República com o então líder do PMDB, Dilma teria inquirido Cunha sobre quais seus interesses no fundo previdenciário da estatal. O deputado retrucou perguntando quais os interesses do PT, do ex-presidente Lula e do ex-ministro José Dirceu nos demais fundos de pensão do país. Daí em diante, os dois nunca mais se entenderam.

A história geralmente é contada para ilustrar o quanto Eduardo Cunha lutou para atuar no setor. Ele precisou assumir a relatoria da CPMF na Câmara e barrar por um tempo a votação da prorrogação do imposto sobre cheques — então importantíssimo no governo Lula — para conseguir empossar Luiz Paulo Conde em Furnas.

Mas o fato é que, mesmo desentendendo-se com Dilma, Eduardo Cunha conseguiu manter-se forte no PMDB e só acumulou poder até virar presidente da Câmara. Ele nunca perdeu sua influência em Furnas, e tem acompanhado cada passo da luta do PMDB contra o PT pelo controle da Eletrobras, assim como das demais estatais do setor energético.

O atual presidente da Câmara resistiu bravamente a denúncias, como a publicada pelo jornal O Globo, em 2011, segundo a qual Furnas pagou R$ 73 milhões a mais por ações vendidas a empresários ligados a ele.

A reportagem — que Eduardo Cunha contesta — relata que o negócio, ocorrido entre dezembro de 2007 e julho de 2008, favoreceu a Companhia Energética Serra da Carioca II, que pertence ao grupo Gallway:

“Um dos seus diretores, na época, era o ex-presidente da Cedae e ex-funcionário da Telerj Lutero de Castro Cardoso. Outro nome conhecido no grupo é o do doleiro Lúcio Bolonha Funaro, que se apresenta em negócios como representante da Gallway. (…) Lutero, também nome indicado por Cunha para a Cedae, chegou a ter bens bloqueados pela Justiça por operações ilegais na companhia de águas em 2007. Já Funaro, ao ser investigado pela CPI dos Correios, teve de explicar os motivos que o levavam a pagar aluguel, condomínio e outras despesas do apartamento ocupado por Eduardo Cunha no flat Blue Tree Tower, em Brasília, em 2003.”

É isso o que teme o PMDB: que fatos como este estejam sendo agora perseguidos pela Polícia Federal para ilustrar a nova leva de denúncias contra parlamentares.

Mas não é só o PMDB que está atento.

O setor elétrico é povoado por personagens poderosos do PT, do PMDB e de outros partidos. E sempre foi a menina dos olhos da presidente Dilma Rousseff.

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quarta-feira, 8 de julho de 2015 escândalos políticos | 05:58

Líder do PT acusa Aécio Neves de “capitanear extrema direita”, e diz temer enfrentamentos nas ruas em agosto

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Em entrevista ao iG, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), admitiu temer que o Brasil viva um momento de grande radicalismo nas ruas, em agosto, a partir das manifestações que começam a ser programadas pela oposição.

Segundo ele, o PT está disposto a reagir, convocando “setores da sociedade que reconhecem no nosso governo uma perspectiva de futuro melhor”. Ou seja, também levando para as ruas militantes das entidades próximas ao partido, como MST (Movimento dos Sem Terra), CUT (Central Única dos Trabalhadores), UNE (União Nacional do Estudantes), etc., com evidente risco de embates.

Perguntado se isso não levará a uma radicalização perigosa, Costa concorda. Afirma que não é o que PT deseja, mas “a oposição é quem tem promovido essa radicalização e obviamente nós também temos que manifestar nosso apoio ao governo”.

Ontem ele partiu para o enfrentamento com o recém reeleito presidente nacional do PSDB, o senador Aécio Neves (MG), em plenário. Costa leu uma nota da bancada do PT acusando Aécio de golpismo, ao defender investigações com possibilidade de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Humberto Costa tem dito que esse movimento é capitaneado no PSDB não pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, nem pelo senador José Serra (SP), mas por Aécio Neves, “secundado por parlamentares e elementos da extrema direita”.

Veja o que disse o senador petista ao iG:

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terça-feira, 7 de julho de 2015 Sem categoria | 09:21

PT agradece ao PSDB por ter despertado Dilma da letargia

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O PT dormiu tarde ontem, à espera do resultado das reuniões da presidente Dilma Rousseff com líderes e presidentes de partidos aliados, e acordou cedo hoje, para ler a entrevista da presidente ao jornal “Folha de S.Paulo”.

E o primeiro sentimento na cúpula do partido está sendo de agradecimento aos tucanos pelas ameaças de impeachment contra a presidente da República propaladas na Convenção Nacional do PSDB, ocorrida no domingo.

Graças aos tucanos — acreditam os petistas — enfim a presidente Dilma sentiu  que está mesmo numa crise e resolveu agir, “resolveu conversar, fazer política”, disse ao iG um dos comandantes do PT.

Não que ninguém acredite que o humor dos aliados vá mudar de uma hora para outra. Mas, pelo menos, desta vez, Dilma demonstrou “respeito com a crise e com os políticos aliados”. Especialmente com relação ao PMDB, o maior partido do Congresso e da base aliada e, portanto, a maior ameaça à governabilidade.

O fato de Dilma ter chamado os presidentes da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), para uma conversa em separado, depois da reunião do Conselho Político, foi interpretado no PT como, enfim, ela tendo seguido o conselho do ex-presidente Lula.

Lula disse várias vezes a Dilma que ela precisava conversar melhor com renan e Eduardo Cunha, mas a presidente não seguia seu conselho.

Lá atrás, quando indicou Dilma para sua sucessão, Lula foi questionado sobre o temperamento da então ministra, pouco afeita à conversa, a ouvir os outros. Ele sempre respondia que, quando Dilma sentasse na cadeira de presidente da República iria entender a necessidade de ser humilde às vezes. Ouvir.

O que vinha deixando Lula irritado era a constatação de que Dilma não havia ainda aprendido essa lição. Agora, enfim, segundo relatos que o PT obteve das duas reuniões de ontem à noite, e até mesmo conforme o demonstrado na entrevista ao jornal, a presidente parece ter sentido a necessidade de mudar seu comportamento.

Mesmo quando deu a entender que nada tem a ver com o que ocorreu na Lava Jato, Dilma não partiu para jogar no ombro de ninguém. Isso agradou aos petistas, assim como o fato de ela ter explicitado que não é o PMDB quem quer impeachment e ter-se manifestado contrária à prisão dos donos das empresas que prestaram serviço à Petrobras.

A torcida agora é que Eduardo Cunha e Renan Calheiros deem uma trégua ao governo no Congresso. Especialmente Eduardo Cunha, que vinha soltando fogo pelas ventas.

A relação entre ele e o PT no Congresso está absolutamente deteriorada.

 

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terça-feira, 30 de junho de 2015 governo | 17:13

Lula não conseguiu dobrar oposição no PT ao governo

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Líder máximo do PT, o ex-presidente Lula jantou ontem com as bancadas do partido na Câmara e no Senado.

Chegou e saiu com um discurso diferente de suas últimas palestras: Não criticou a presidente Dilma Rousseff, mas sim, pediu paz entre seu partido e o governo. Cobrou da bancada, inclusive, uma defesa mais dura não só do próprio PT — abalado pelos escândalos da Petrobras e do Mensalão — como também das políticas e dos projetos governamentais.

Bem, o núcleo oposicionista no PT — pelo menos explicitamente — está no Senado. Especialmente em três senadores do partido: Walter Pinheiro (BA), Paulo Paim (RS) e Lindebergh Farias (RJ).

O iG procurou e conseguiu ouvir os três. Ao que tudo indica, a explanação de Lula não alterou a disposição dos oposicionistas do partido em continuar criticando o governo.

Pinheiro nem sequer foi à reunião. Lindbergh e Paim foram. Rendem loas e homenagens a Lula, mas, quando perguntado se mudaram suas posições, deixam claro que não recuaram nem um milímetro.

Paim enumera os projetos de interesse do Planalto em votação no Senado e que não contam com seu voto. Lindeberh continua pedindo a cabeça da equipe econômica, exatamente como fez, pela primeira vez aqui na coluna.

Veja o que disseram:

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segunda-feira, 29 de junho de 2015 partidos | 16:25

“Demonstração de divergências não será o fim do mundo” diz líder do PT sobre jantar da bancada com Lula

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O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), admite que a situação é de crise. Mas, em entrevista ao iG, ele afirma que o jantar de hoje do ex-presidente Lula com as bancadas do Senado e da Câmara, em Brasília, será útil ao partido:

“Não existe o governo sem o PT, nem o PT sem o governo, assim como não existe a presidente Dilma sem o presidente Lula”

Mas o vazamento das críticas que costumam ocorrer nessas reuniões não tende a atrapalhar mais do que ajudar?

“A demonstração de divergências não é o fim do mundo”, afirma o líder.

Na entrevista ele fala ainda dos vazamentos das delações premiadas e das reclamações contra o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo:

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sábado, 20 de junho de 2015 partidos | 09:32

Tucano Aloysio Nunes Ferreira assina embaixo texto de José Dirceu

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O iG levou para o senador Aloysio Nunes Ferreira o editorial de anteontem do Blog do José Dirceu.

Aloysio — vale lembrar — foi candidato a vice-presidente da República na chapa de Aécio Neves contra Dilma Rousseff.

A pergunta era o que ele achava do texto do petista.

O tucano leu e ficou espantado. E Brincou, dizendo que a situação no PT está de “vaca não reconhecer mais bezerro”.

Depois da gravação admitiu:

“Não sou só eu quem assinaria. Para desespero do Zé, até o Aécio assinava. E muita gente mais na oposição.”

Veja a reação de tucano ao oposicionismo de Dirxceu:

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quarta-feira, 17 de junho de 2015 Estados | 15:46

Haddad defende Chalita e diz que aliança com PMDB em SP “está ótima e vai continuar”

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O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, aposta na manutenção da aliança entre o PT e o PMDB.

Mesmo afirmando que as eleições do ano que vem ainda estão distantes, Haddad faz questão de defender seu secretário de Educação, o peemedebista Gabriel Chalita, contra quem o Ministério Público Estadual (MPE) abriu investigação por suposta fraude em licitação.

O foco está no período em que Chalita foi secretário de Educação do governo do Estado, entre 2002 e 2006, durante as gestões de Geraldo Alckmin (PSDB) e Cláudio Lembo (ex-DEM).

Fernando Haddad diz tratarem-se de “velhos fatos revolvidos” e que ele tem feito “um trabalho excepcional”.

Segundo Haddad, a relação com Chalita e o PMDB em São paulo está “ótima e vai continuar assim”. Ele diz acreditar que mesmo no nível nacional “as coisas vão se ajeitar”.

O prefeito de São paulo participou da reunião da Frente Nacional de Prefeitos com os presidentes da Câmara, Eduardo Cunha, e do Senado, Renan Calheiros, em que voltou a defender a aprovação da chamada PEC dos Precatórios, que disciplina do pagamento de precatórios entre os entes da Federação.

assista:

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terça-feira, 26 de maio de 2015 partidos | 08:29

Rebelião no PT é menos por culpa do governo e mais por causa da crise interna do partido

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Mas, afinal, por que aparecem tantos focos de resistência no PT ao ajuste fiscal?

Há teorias conspiratórias para todos os lados.

Na Câmara e no Senado, por exemplo, circula entre oposicionistas que o ex-presidente Lula está por trás da entrevista do senador Lindbergh Farias (PT-RJ) ao iG pedindo a cabeça do ministro da Fazenda, Joaquim Levy.

E vão daí para adiante:

Que parte do PT já sonha com a saída de Dilma para que haja uma nova eleição e Lula possa se candidatar; que o próprio Lula está furioso com Dilma; que o ex-governador Tarso Genro está candidatíssimo a ministro da Fazenda; Que o presidente do PT, Rui Falcão, joga contra Dilma para se fortalecer no Congresso Nacional do partido em junho…

Enfim, teorias conspiratórias para todos os lados. Muito provavelmente, nenhuma delas está correta.

Já a senadora e ex-ministra chefe da Casa Civil Gleisi Hoffmann (PT-PR) tem uma tese mais simples: a rebelião de setores do PT contra o governo tem menos a ver com a política econômica do ministro Joaquim Levy e mais a ver com a crise interna do próprio PT.

Acossados por escândalos como o Mensalão e a Operação Lava jato, setores do PT acreditam que criticando o governo e a política econômica se reaproximarão de suas bases eleitorais.

Gleisi acha que se trata de uma visão equivocada, mas que, no fim das contas, isso será revertido. Assista:

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