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Posts com a Tag PSB

quinta-feira, 9 de julho de 2015 partidos | 05:58

Apesar de ter conversado com Michel Temer, no PMDB, Marta Suplicy afirma que filiação ao PSB está mais avançada

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Fim dos trabalhos no plenário do Senado, na noite de ontem, e a senadora e ex-petista Marta Suplicy (SP) já se preparava para sair quando foi abordada por este colunista.

Tema da curtíssima entrevista: se ela vai mesmo para o PSB ou se prefere agora o PMDB?

Marta teve um encontro no início da tarde com o presidente nacional do PMDB, Michel temer, que é o principal cacique do partido em São Paulo. Ele vinha resistindo à filiação da ex-prefeita da capital a seu partido por um motivo muito singelo, segundo seus interlocutores mais próximos: os peemedebistas com quem Marta conversou, especialmente no Senado — como o líder do partido, Eunício Oliveira (CE), e o presidente da Casa, Renan Calheiros (AL) — não teriam feito uma primeira aproximação entre ela e Temer, que é quem de fato poderia lhe abrir as portas.

O PMDB funciona quase que como uma confederação de partidos regionais, em que os caciques de cada Estado decidem os rumos locais da legenda com mão de ferro.

Era assim com Orestes Quércia em São Paulo, e é agora com Michel Temer.

A entrada de Marta, para ser candidata a prefeita da capital — como ela pretende — mexe com muita coisa: Gabriel Chalita, que foi o candidato do partido nas últimas eleições, é agora secretário do atual prefeito, Fernando Haddad (PT). E Haddad, por sua vez, deve ser candidato à reeleição, com Chalita como o seu provável vice.

Além disso, Michel não sabe exatamente quanto de poder local acabará tendo que ceder a Marta, conhecida como uma operadora política de posições fortes.

E a própria Marta também terá que refletir se sua filiação ao PMDB não significará ficar presa a uma legenda com estruturas de difícil rompimento.

De qualquer maneira, a ex-prefeita admitiu ao iG que está na dúvida: PSB ou PMDB?

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quarta-feira, 10 de junho de 2015 eleições | 22:53

Alckmin toma a frente de Aécio e Serra na luta pela candidatura tucana em 2018

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Heráclito Fortes oferece um mega jantar para Alckmin em Brasília

Heráclito Fortes oferece um mega jantar para Alckmin em Brasília

Estamos longe das eleições de 2018, mas nas conversas reservadas do Congresso a opinião quase unânime é de que o governador tucano de São Paulo, Geraldo Alckmin, já tomou a frente dos senadores José Serra (SP) e Aécio Neves (MG) numa previsível disputa pela candidatura presidencial do PSDB.

Em sua passagem por Brasília esta semana Alckmin deixou claro que já está em campanha. E o grande marco dessas articulações foi um jantar em sua homenagem na casa da família do deputado Heráclito Fortes (PSB-PI), na terça-feira, promovido pelo vice-governador de São Paulo, Márcio França (PSB), com a estimativa de cerca de 70 a 80 pessoas presentes.

Em tempo: Márcio França, poderá assumir como governador, caso Alckmin saia candidato a presidente, e concorrer à reeleição no cargo.

“O jantar foi uma grande demonstração de força. Deputados, tinham pelo menos uns 50. De vários partidos”, conta o deputado Benito Gama, vice-presidente nacional do PTB.

Perguntado se seu partido apoiaria Alckmin para presidente, Benito desconversa. Mas não muito: “Ainda é cedo. Mas já o apoiamos antes para presidente.”

Presidentes de partido presentes ao jantar tinham pelo menos dois, Roberto Freire (PPS-SP) e José Luiz Penna (PV-SP).

“O Alckmin foi muito educado comigo e com o Freire, chamando para a secretaria deputados eleitos e abrindo vaga para nós dois, que somos suplentes”, conta Penna.

Perguntado se apoiaria o governador para presidente, Penna tem a mesma reação de Benito, desconversa, mas não muito: “A prioridade do PV é sempre a candidatura própria. Mas o partido tem ‘liga’ com o Alckmin, sim.”

O presidente do PV vai mais longe. Diz que Alckmin está “muito melhor posicionado” que Aécio e Serra, entre aliados, numa disputa pela candidatura tucana:

“Se eu fosse o Aécio, desistia da candidatura presidencial e me voltava para Minas Gerais, ainda mais agora que o governador Fernando Pimentel (PT) enfrenta problemas. O Aécio perdeu as eleições em Minas e precisa se recolocar lá, talvez até disputando a prefeitura de Belo Horizonte ano que vem. Já o Alckmin é quem está melhor no seu Estado, na sua base, pronto para a disputa nacional.”

Durante o jantar, Geraldo Alckmin se municiou de um discurso de campanha, com provocação aos petistas: “O PT diz que é um partido que governa para os mais fragilizados, para os mais pobres, quando na verdade prioriza o poder.”

Já Heráclito, embora negasse a intenção de lançar a candidatura Alckmin, mal disfarçou: “Nunca vi um homem público tão vocacionado como o Alckmin, e hoje, nestes momentos de crise, de carência, de falta de pulso e de perspectivas que vivemos, ele é uma referência e um bom exemplo na política que precisa ser seguido.”

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sexta-feira, 5 de junho de 2015 partidos | 11:01

Aumento das verbas dos partidos desestimula fusões e obriga políticos como ACM Neto a reverem suas estratégias. Assista

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Com o aumento aprovado pelo Congresso para cerca de R$ 900 milhões do Orçamento da União destinados ao Fundo Partidário, e com as novas regras de distribuição dos recursos que a Câmara aprovou na semana passada, a expectativa é de que o mínimo que os menores partidos com representação no Congresso passem a receber seja de R$ 3 milhões ao ano.

Legendas sem representação no Congresso, que viviam apenas do Fundo, deverão procurar a todo custo filiar, a fim de garantir a verba, pelo menos um parlamentar ou político com grande expectativa de votos a seus quadros.

O comentário entre os políticos é de que isso dará margem a muita, digamos, negociação entre legendas de aluguel e deputados igualmente de aluguel.

Por outro lado, também fará com que os partidos de tamanho médio que já têm direito ao Fundo — e que não são legendas de aluguel — fiquem desestimulados a se fundirem com outras agremiações.

Especialmente agora que a Câmara manteve as coligações proporcionais para as eleições. Ou seja, pequenos e médios partidos poderão se coligar aos maiores, aumentando as chances de elegerem seus candidatos.

E tornaram-se mais difícil ainda as fusões depois que a Câmara decidiu que as empresas não poderão mais contribuir para a campanha individual dos políticos, mas sim para os partidos. Ou seja, os partidos políticos tendem a receber mais para as campanhas e os candidatos, individualmente, menos,

Resultado: partidos que vinham negociando se juntarem com outras legendas por temer um enxugamento devido a uma provável reforma política em discussão no Congresso, estão suspendendo as negociações. E os políticos que defendiam essas fusões estão sendo obrigados e repensar suas estratégias.

O prefeito de Salvador, ACM Neto, é um desses casos.

Ele é hoje, sem dúvida, o nome de maior peso político do país em seu partido, o DEM. E era um ardoroso defensor da fusão com o PTB. Mas as negociações pararam, assim como ocorreu com outros dois partidos de tamanho médio — o PPS e o PSB — que também estavam entrando na fase final do processo de fusão.

Há várias versões para cada caso. O iG encontrou ACM Neto num restaurante em Brasília, onde ele veio discutir o tema com a cúpula nacional do partido, e aproveitou para ouvi-lo.

O prefeito admite que a fusão “saiu de pauta, pelo menos por enquanto”. Mas nega que se deva a “questões menores”, como verbas do fundo partidário, etc.

Na entrevista, no entanto, fica claro que se não ocorrer a fusão ACM Neto estará aberto a novos rumos partidários, embora ele diga que sua “prioridade é o DEM”.

Assista ao vídeo e tire suas próprias conclusões:

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quarta-feira, 3 de junho de 2015 partidos | 16:09

Suspensas oficialmente as negociações para a fusão entre PPS e PSB

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O vice-governador de São Paulo, Márcio França, acaba de comunicar oficialmente ao comando nacional do PPS que seu partido decidiu adiar — sem data marcada — a fusão entre as duas legendas.

A fusão PPS-PSB já tinha sido aprovada pelos diretórios nacionais dos dois partidos. Foi anunciada no final de abril pelo comando dos dois partidos, em solenidade em Brasília (foto)

Mas a decisão da Câmara dos Deputados de manter a continuidade das coligações eleitorais enfraqueceu a posição de França dentro do

Márcio França tem dito que as negociações continuarão e que o adiamento não deverá ser por longo tempo.partido, favorável à fusão com o PPS, e fortaleceu os grupos contrários, encabeçados pelo governador de Pernambuco, Paulo Câmara.

No PPS, no entanto a notícia foi recebida com pessimismo. A expectativa do partido comandado pelo deputado Roberto Freire (PPS-SP) é de que, se houver, a fusão agora só ocorra às vésperas das eleições de 2018.

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sexta-feira, 20 de junho de 2014 eleições, partidos | 13:51

Eduardo Campos no programa Opinião, da TViG

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Entrevista do pré-candidato à Presidência da República pelo PSB, hoje no iG:

‘Renan, Henrique Alves e Cunha estarão fora do meu governo’, diz Eduardo Campos

Ao programa Opinião, da TViG, presidenciável sobe tom contra Dilma, defende energia nuclear, transgênicos e transposição do São Francisco, mas minimiza divergências com Marina Silva

Depois de dizer que seu governo não abrigará “velhas raposas” da política como o senador José Sarney (PMDB-AP) e Fernando Collor (PTB-AL), o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos estendeu a afirmação a toda a parcela do PMDB que hoje apoia a reeleição da presidente Dilma Rousseff. A conta, diz o pré-candidato do PSB à Presidência, considera a ala do partido hoje comandada por nomes como o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e o líder do partido na Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Ibope: Dilma tem 39% dos votos, Aécio tem 21% e Campos tem 10%

Leia mais: Tensão com Marina aumenta e socialistas se queixam de prejuízo a Campos

“Esse lado do PMDB (de Renan, Henrique Eduardo Alves e Eduardo Cunha) estará na oposição no meu governo. Pode estar certo disso”, disse Campos, em entrevista ao programa Opinião, da TViG. “Esse PMDB está no governo de Dilma. Não é possível que, depois de 30 anos de redemocratização, a democracia brasileira fique de joelhos diante de uma velha política que constrange todo dia o cidadão que paga impostos. O PMDB que está conosco é o de Pedro Simon, de Jarbas Vasconcelos”, emendou.

Eduardo Campos foi entrevistado pelos jornalistas Tales Faria, vice-presidente editorial do iG; Rodrigo de Almeida, diretor de Jornalismo; Clarissa Oliveira, diretora da sucursal de Brasília; e Luís Nassif, parceiro do iG e integrante da blogosfera iGlr, com o Jornal GGN.

Na entrevista, Campos subiu o tom das críticas a Dilma. Colocou-se claramente como um apoiador do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas reforçou que o mesmo não se aplica a sua sucessora. “Ao cabo do segundo mandato do Lula, eu apoiei a sucessora que ele indicou. Ela não deu certo. Ela frustrou o país e 75% do país quer mudança. Eu tive a coragem de dizer que aqueles com quem eu sempre caminhei – coragem que outros não têm – estão errados. E que não podemos entregar o país a mais quatro anos desse erro”, afirmou o pré-candidato do PSB.

‘Casamento’: Aliança do PSB com Alckmin será desafio para Campos e Marina

“Nossa posição é muito clara: de divergência da condução do país sob a liderança da presidente Dilma. A presidente que nós ajudamos a eleger, que tinha o compromisso de liderar o Brasil, que é exatamente a única presidente no ciclo democrático que vai entregar o país pior do que recebeu.”

Campos descreveu-se como um “socialista” e disse que, atualmente, falta ao Brasil experimentar “o que é socialismo”. “É lutar por educação integral de qualidade. Qual é a grande causa do socialismo hoje no Brasil? É acabar com a escola do rico e a escola do pobre. No dia em que você tiver uma escola pública de qualidade – e pode ter a privada de qualidade também – você estará dando um grande passo em direção ao socialismo.”

Divergências com Marina

Na entrevista, Campos empenhou-se em minimizar as divergências com sua vice, a ex-senadora Marina Silva. Disse não ver problemas na existência de uma “diversidade de pensamento” dentro de sua base de apoio e ressaltou que as discordâncias também existiram em governos anteriores, como os de Lula e Fernando Henrique Cardoso. “Nós formamos uma aliança em torno de um projeto para o país. Se temos divergências, pode ser em relação a alguns pontos. Mas temos uma grande unidade. E o Brasil precisa da nossa unidade para se renovar”, afirmou.

Campos admitiu que tem posição diferente da de Marina, por exemplo, no que se refere aos transgênicos e à participação da energia nuclear na matriz energética do país. Mas afirmou que o Brasil, neste momento, deve priorizar outras fontes de energia renováveis para assegurar o abastecimento. “Eu acho que temos alternativas renováveis suficientes, antes da energia nuclear, para ficarmos com a expressão que temos hoje”, afirmou, prometendo apresentar já em 2015, se eleito, uma proposta de matriz energética que contemple ainda energia hídrica, solar e eólica.

Questionado sobre as discordâncias em relação à projetos como a transposição do Rio São Francisco, Campos investiu na tese de que o fato de Marina ter autorizado o licenciamento ambiental da obra quando era ministra do Meio Ambiente do governo Lula demonstra que ela considera a obra importante, desde que preservados os cuidados com a preservação do rio. “Foi exatamente Marina quem licenciou a transposição, como ministra”, disse.

Política econômica

Campos prometeu preservar o tripé da política econômica, baseado no regime de metas de inflação, câmbio flutuante e metas de superávit primário. Ainda assim, destacou a necessidade de uma política capaz de elevar a produtividade. “Nós precisamos do tripé, para ter as regras claras para os agentes econômicos, mas precisamos de mais do que isso. Precisamos de uma política articulada que leve a produtividade do Brasil à frente, isso passa por infraestrutura, educação, inovação.”

Campos também defendeu a autonomia do Banco Central. Por outro lado, cobrou um “comportamento fiscal” mais austero por parte do governo. “A gente não pode ficar achando que só e unicamente o Banco Central vai dar conta da inflação. Se o governo não tem um comportamento fiscal que ajude a política monetária, se o governo não tem regras claras em setores estratégicos para alavancar o investimento, se não faz seu dever de casa em todas as outras áreas, ficar só o Banco Central como último zagueiro, fica como está hoje, em que os juros do Brasil são os juros mais caros do mundo.”

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quinta-feira, 10 de outubro de 2013 partidos | 00:55

Do vice-presidente do PSB: ‘O adversário do Eduardo Campos em 2014 é o Aécio, não a Dilma’

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AmaralVice-presidente nacional do PSB, o ex-ministro da Ciência e Tecnologia Roberto Amaral é um dos principais ideólogos de seu partido.
Deixou o governo Lula na reforma ministerial de 2004, depois de escandalizar ecologistas liderados pela então ministra Marina Silva ao defender que o Brasil tem o direito de dominar a tecnologia da bomba atômica.
Mas agora Marina não conseguiu oficializar a criação de seu partido, a REDE, e anunciou sua filiação ao PSB de Roberto Amaral.
Esta coluna foi perguntar ao ex-ministro como será o convívio entre formas tão diferente de ver o mundo. Amaral respondeu:
– Eu e a Marina pensamos mesmo de maneira diferente em vários pontos. Não só na questão nuclear. A verdade é que ela está vindo para formar uma aliança da REDE, um partido que continua em formação, com o PSB. Nós os abrigamos até que eles possam oficializar a nova legenda. Eles estarão filiados ao PSB, mas não são militantes do nosso partido.
iG – Mas isso não cria uma disputa interna muito complicada? Por exemplo: o governador Eduardo Campos (Pernambuco) é candidato a presidente da República pelo partido. A Marina também?
Roberto Amaral – De forma alguma. Foi tudo muito bem conversado, com muita lealdade. O Eduardo deverá ser o cabeça da chapa. A Marina fica como vice. Vamos construir uma proposta de governo fruto dessa aliança, que una o desenvolvimentismo socialista do PSB com a sustentabilidade defendida pela Rede. Dá para trabalhar nessa direção.
iG – E quanto ao outro provável candidato à Presidência da República, o senador Aécio Neves (PSDB-MG). Ele tem uma boa relação com o Eduardo Campos. Fala-se ainda na possibilidade de uma aliança entre o PSB e o PSDB.
Roberto Amaral – Acho praticamente impossível. Acredito que a presidente Dilma Rousseff estará no segundo turno. Então só sobra uma vaga. Portanto, o nosso grande adversário é o Aécio, não é a Dilma. É contra o PSDB que vamos disputar essa vaga. Uma situação muito semelhante à de 2002, quando o candidato do PSB à Presidência foi o deputado Anthony Garotinho (hoje no PR do Rio de Janeiro). Nosso adversário não era o Lula, era o José Serra (PSDB). E nós quase fomos para o segundo turno.
iG – Mas vocês terão que fazer isso sem queimar as pontes com o PSDB, para obter o apoio dos tucanos num eventual segundo turno.
Roberto Amaral – Exatamente. Teremos que saber dosar muito bem nossa campanha. Mas creio que os tucanos não terão outro caminho que não seja o de nos apoiar num segundo turno. Eles vão bater muito na Dilma, no governo, no PT…
iG – E vocês?
Roberto Amaral – Nós vamos defender o avanço das políticas sociais deste governo. Vamos apontar para frente. Como que eu e o Eduardo, que fomos ministros do Lula e mantivemos o PSB no governo Dilma, vamos poder sair por aí batendo? Não dá.
iG – A Marina vai transferir os votos de seus eleitores para o PSB?
Roberto Amaral – O quadro eleitoral ainda é uma incógnita. A Marina teve 20 milhões de votos em 2010 em condições especiais. Ela não tem necessariamente esse mesmo número de eleitores. Não creio que transferirá todos os seus votos para o Eduardo, mas ela emprestará sua imagem para a chapa e para a campanha. A imagem de uma mulher séria e trabalhadora. Não sabemos ainda como essa imagem se integrará à do Eduardo e nem o peso que ela terá na campanha.

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