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Posts com a Tag Lava Jato

terça-feira, 25 de agosto de 2015 Congresso | 17:24

Aécio Neves ao iG: PSDB aprova Janot mas vê risco de proteção ao governo

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Presidente nacional do PSDB, o senador Aécio Neves (MG) informa que a tendência em seu partido é pela aprovação da recondução de Rodrigo Janot ao cargo de procurador-geral da República, mas que ele não terá vida fácil na sabatina a que será submetido amanhã.

Eleito em lista tríplice do Ministério Público, Janot teve sua recondução ao cargo indicada pela presidente Dilma Rousseff. Nesta quarta-feira, 26, será submetido a uma sabatina na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, devendo ter a aprovação submetida ao plenário no mesmo dia.

Aécio antecipa ao iG que os tucanos irão centrar fogo nas críticas ao fato de ele não ter denunciado “nomes ligados ao governo”.

Para bom entendedor, meia palavra basta: Os tucanos pretendem aproveitar a sabatina para sugerir que há risco de um grande acordo entre o governo e o Ministério Público para retirar nomes do PT e do PMDB das denúncias da Lava Jato, e proteger a presidente Dilma.

Assista:

Ou: https://youtu.be/Vl47WN9yf7E

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segunda-feira, 24 de agosto de 2015 escândalos políticos | 15:01

Collor apresenta vídeo da busca e apreensão em seu apartamento funcional

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O senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL) acaba de apresentar na sessão plenária do Senado um vídeo que teria sido feito quando a Polícia Federal entrou no seu apartamento funcional, no dia 14 de julho, para executar mandado de busca e apreensão durante a chamada Operação Politeia, uma das fases da Operação Lava Jato.

Além do apartamento funcional, naquele dia a PF também realizou buscas e apreensões na residência particular do ex-presidente em Brasília, a chamada Casa da Dinda.

Na semana passada, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou Collor e o presidente da Cãmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ao Supremo Tribunal Federal por corrupção, entre outros crimes.

No vídeo, o Chefe da Polícia Legislativa do Senado Federal, Pedro Ricardo Araujo de Carvalho, cobra dos policiais federais e procuradores presentes a apresentação do mandado de busca e apreensão, mas os policiais se negam a apresentar.

No plenário, Collor apresentou o vídeo “para demonstrar a truculência” com que a polícia e o Ministério Público teriam agido contra ele. Em seu discurso, classificou Janot como figura tosca, sujeitnho à toa, ressacado, sem eira nem beira e facista da pior espécie.

O procurador-geral da República teve sua recondução ao cargo indicada pela presidente Dilma Rousseff e será submetido a uma sabatina na Comissão de Constituição e Justiça do Senado na qurata-feita, 19, devendo imediatamente ter sua nomeação submetida ao voto pelo plenário.

Bem, assista ao vídeo copiado pelo iG e tire suas próprias conclusões:

Ou: https://www.youtube.com/watch?v=3ejW_xnkVeo

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quinta-feira, 20 de agosto de 2015 escândalos políticos | 09:26

Denúncia contra Cunha racha o PMDB

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Os aliados de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) não esperavam que a denúncia do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra ele aparecesse nesta semana. Acreditavam que isto só ocorreria depois da sabatina a que o procurador-geral será submetido pelo Senado, na semana que vem.

Mas eis que ontem o jornal O Globo anunciou que a denúncia sai esta semana. Os outros jornais confirmaram, e o pânico se instaurou na Câmara, especialmente entre os peemedebistas e aqueles de outros partidos que se aliaram ao presidente da Casa.

Na procura de um discurso, o primeiro que eles têm à mão é da perseguição de Janot contra Cunha e de um acordão entre o procurador, a presidente Dilma Rousseff e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL):

Renan livraria Dilma da condenação pelo Tribunal de Contas da União (TCU), onde teria três dos oito votos; Dilma convenceria Janot a livrar Renan da denúncia na Lava Jato, e Janot ficaria livre para retaliar em cima de Cunha.

“É o acordão. Se esta semana sair a denúncia contra Cunha e não sair nada contra Renan, vai ficar evidente um acordão entre Dilma, Janot e Renan contra Cunha”, disse o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), um dos aliados do presidente da Câmara.

De fato, a denúncia de Janot contra Eduardo Cunha — e seu provável enfraquecimento — no mesmo período quem que a presidente Dilma se aproxima de Renan Calheiros têm um efeito positivo para o governo, conforme avalia o Palácio do Planalto. Mas esses dois fatos juntos têm também um efeito colateral perigoso: aprofundam a divisão da base governista, especialmente do PMDB.

O partido sempre foi rachado entre o grupo da Câmara, comandado por Temer e por Eduardo Cunha, e o grupo do Senado, comandado por Renan, pelo líder Eunício Oliveira (CE) e, mais recentemente, Romero Jucá RR).

Vale lembrar: Dilma e Renan vieram de um período de desentendimentos porque a presidente optou por um indicado de Temer para ministro do Turismo — o ex-presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves — em detrimento do então ministro que havia sido indicado por Renan.

Temer acabara de assumir como coordenador político do governo e bateu pé por sua indicação. Hoje, os aliados de Renan costumam apontar para as derrotas do governo na Câmara argumentando que o grupo de Temer nada resolveu.

Pois bem. Os aliados de Cunha agora pretendem reforçar que, enquanto ele é denunciado por Janot, Dilma está fechando uma aliança preferencial com o PMDB do Senado. Com isso, Cunha busca reagrupar o PMDB da Câmara, incluindo Michel Temer, em torno de sua causa.

Vice-presidente da República e ainda coordenador político do governo, Temer resiste. Seu grupo não vêm motivos para um abraço de afogados com Cunha e também não quer desembarcar num momento de crise dando força às conspirações contra o governo. Mas também não vê com bons olhos a aproximação entre Dilma e Renan Calheiros.

No meio disso, a presidente da República terá que agir com muita habilidade. O PMDB sempre soube transformar sua divisão interna em crises para os governos que apoiava.

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segunda-feira, 17 de agosto de 2015 Congresso | 18:05

Renan Calheiros recebe Janot e diz que votação da agenda anticrise começa amanhã

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O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), anunciou agora a pouco que pretende iniciar amanhã a votação da agenda anticrise.

Renan não quis comentar sobre o tamanho das manifestações deste domingo, embora tenha avaliado em conversas reservadas que foram menores do que as anteriores.

Segundo ele, o início da votação da agenda porá fim “às especulações” de que a agenda foi elaborada para salvar a presidente Dilma Rousseff do impeachment.

Pouco antes da entrevista ao iG, Renan havia recebido o procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Segundo ele, foi um encontro institucional em que não se falou da operação Lava Jato.

Renan afirmou em entrevista à imprensa que a sabtaina de Janot na comissão de Constituição e Justiça deverá ocorrer na próxima semana, assim como a votação de seu nome pelo plenário do Senado.

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partidos | 09:27

Divergências entre Alckmin e Aécio levaram PSDB dividido às manifestações

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Enquanto o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), apostou tudo nas manifestações pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff, outro dos principais caciques do partido,o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, manteve-se afastado.

Não se trata de um fato do acaso. E nem porque simplesmente Alckmin está no governo de um estado.

Os dois têm posições divergentes acerca de como deveria ter sido encaminhado o impeachment e da participação do PSDB no processo. Além, é claro, de disputarem o posto de candidato natural do PSDB à Presidência da República em 2018.

O auge da divergência foi o programa gratuito do partido na TV convocando para as manifestações.

O grupo de Alckmin considera que foi um erro o PSDB tentar assumir um protagonismo nos protestos de rua. Deputados do partido ligados a Alckmin pretendem, inclusive, levar a discussão até à Executiva do partido. A avaliação desse grupo é de que a convocação para as manifestações num programa de TV do PSDB foi até mesmo um dos culpados pelo esvaziamento dos protesto neste domingo.

Aécio discorda. Tanto que foi pessoalmente à manifestação de Belo Horizonte, “como cidadão”, com um discurso duro contra Dilma, o governo e o PT>

Os aliados de Aécio não pretendem abandonar a tese de “eleições já”. Eles acreditam que ainda há espaços para o impeachment da presidente da República pelo Tribunal Superior Eleitoral, ou mesmo para uma renúncia negociada dela e de seu vice, Michel Temer, o que provocaria novas eleições.

Na estratégia dos alckmistas a inclusão da saída de Temer é um erro dos aliados do Aécio, que afasta o PMDB de uma possível aliança com os tucanos em 2018.

No final, a conta é simples: Alckmin trabalha nos bastidores do partido para se viabilizar em 2018. Quanto mais tempo tiver para trabalhar, melhor. Aécio tem pressa. Quer aproveitar a memória das últimas eleições, quando perdeu do Dilma por uma pequena margem. Quanto mais próxima for a próxima eleição presidencial, melhor para ele.

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sexta-feira, 14 de agosto de 2015 Sem categoria | 09:25

Apontado na Lava Jato, Edison Lobão prevê que Senado aprova fácil recondução de Janot e diz que também votará a favor

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Ex-ministro das Minas e Energia, o senador Edison Lobão (PMDB-MA) é uma dos apontados pelos delatores da Operação Lava Jato como tendo recebido suborno na construção da hidrelétrica de Belo Monte e de Angra 3.

Senador desde 1986 com mandatos interrompidos, ora por ter sido eleito governador, ora para assumir como ministro, é um dos políticos que mais conhece o Congresso.

Mesmo sob ameaça de ser denunciado pela Procurador Geral da República, o senador afirma ao iG que Rodrigo Janot deverá ter sua recondução ao comando do Ministerio Público facilmente aprovada pelo Senado.

Lobão calcula que, apesar da votação ser secreta, Janot terá contra ele apenas somente “quatro ou cinco votos” dos 81 senadores da Casa.

E mais: O próprio Lobão deverá votar a favor de Janot, segundo ele próprio disse ao iG. Veja:

Ou: https://www.youtube.com/watch?v=zO6nV2tXTCk

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sábado, 8 de agosto de 2015 escândalos políticos | 13:36

Dilma anuncia recondução de Janot, que deve seguir rito sumário no Senado

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Renan Janot

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, anunciou há pouco que a presidente Dilma Rousseff reconduzirá Rodrigo Janot ao cargo de procurador-geral da República por mais dois anos.

Dilma recebeu Janot e Cardozo no Palácio da Alvorada.

Para ser confirmado no cargo, o procurador-geral precisa ainda ter seu nome aprovado pelo Senado.

Cardozo disse que Dilma sempre teve uma “postura de respeito à autonomia do Ministério Público” e que, por isso, está indicando o nome que obteve maior aprovação pela categoria.

Em eleição realizada na última quarta-feira, Janot conquistou 799 votos contra 462 do segundo colocado.

Assim que chegar no Senado, na segunda-feira, a indicação para recondução do procurador-geral, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), pretende imprimir rito sumário à sua aprovação pelos senadores.

Renan tem sido apontado como um dos envolvidos na Operação Lava Jato, depois que um dos delatores, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás Paulo Roberto, afirmou que negociava propinas com “um representante do senador”, que seria o deputado Aníbal Gomes (PMDB-CE).

Renan nega que Aníbal o representasse. E diz que não teme nem impedirá a recondução de Janot.

“A indicação é da presidente e não me envolverá pessoalmente. Não amesquinharei o cargo de presidente do Congresso”, afirma.

Segundo o presidente do Senado, tão logo Dilma envie o nome ao Congresso, o que ocorrerá na segunda-feira, ele o despachará para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), esta sim ficando encarrega de marcar a sabatina.

E Renan acrescenta: “Vou combinar com os líderes para apreciarmos em Plenário a aprovação do nome, no mesmo dia que sair da CCJ.”

Líder do PSDB no Senado, Casso Cunha Lima (PB) afirma que não “há hipótese” de o nome de Janot não ser aprovado.

Segundo ele, o sentimento na Casa pela aprovação de Janot é “praticamente unânime”. Aqueles que porventura fossem contra, por terem possibilidade de serem denunciados, simplesmente não têm condições políticas de se manifestar publicamente contra a recondução, depois de aprovada pela presidente Dilma Rousseff.

O único que até agora tem falado publicamente contra Janot é o senador ex-presidente da República Fernando Collor de Mello (PTB-AL).

Na sua última manifestação na tribuna contra Janot, Collor xingou o procurador de “filho da puta”. Assista:

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segunda-feira, 3 de agosto de 2015 escândalos políticos | 14:28

Senador petista fala da prisão de Dirceu: “fortalecimento das instituições democráticas”

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O senador Paulo Paim (PT-RS) é um petista de primeira hora. Foi companheiro de apartamento do ex-presidente Lula, quando ambos ainda eram deputados federais, na década de 80. Hoje ele não anda muito à vontade com seu partido.

No primeiro dia de funcionamento do Senado após o recesso, Paim declarou à coluna que o importante é assegurar o direito de defesa, mas que “cada um vai ter que responder por seus atos”, segundo Paim “claro que não é bom, mas depois desse momento, teremos um fortalecimento maior das instituições democráticas, porque inúmeras pessoas de inúmeros partidos estão respondendo ao processo dentro do rigor da lei”.

Ou: https://www.youtube.com/watch?v=15uZ_eNQTfw

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escândalos políticos | 13:28

Abatido, Dirceu esperava prisão todos os dias, há pelo menos quatro meses

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Há pelo menos quatro meses o ex-ministro chefe da Casa Civil José Dirceu acordava todos os dias de madrugada esperando a chegada da Polícia Federal em sua casa, no Lago Sul de Brasília.

Foi o que disse sua atual mulher, Simone Patrícia Tristão Pereira, a amigos: Dirceu tinha absoluta certeza de que seria preso pela Operação Lava Jato. Sentia-se envelhecido, cada vez mais frágil nos últimos dias, relatou Simone.

A mulher de Dirceu contou que a filha do casal, Maria Antônia, de 7 anos, estava dormindo na hora da prisão (correção: a menina tem cinco anos). E que o futuro da menina, segundo Simone, era a grande preocupação do ex-ministro nos últimos dias.

Simone também está muito abatida, e disse se sentir desamparada sem o marido. Dirceu foi informado de que, caso seja condenado, poderá pegar uma pena de cerca de 15 anos de prisão.

Como não é mais réu primário, por causa do Mensalão, o cumprimento da pena não poderá ser em regime semi aberto ou domiciliar, como atualmente.

Com o agravante de que, como seu irmão, Luiz Eduardo de Oliveira e Silva, também foi detido sob acusação de envolvimento, e como há acusações de que outros parentes e familiares estariam sendo acusados de atuarem como seus laranjas, Dirceu a mulher temem ficarem sem recursos financeiros neste período de crise e de investigações.

Dirceu está seguro, no entanto, de que desta vez, diferentemente do Mensalão, terá um julgamento menos duro e que algumas de suas provas serão levadas mais em conta do que ocorreu no Supremo Tribunal Federal sob a presiência de Joaquim Barbosa.

 

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quarta-feira, 15 de julho de 2015 escândalos políticos | 13:18

Michel Temer propõe “uma grande pacificação nacional” como saída para a crise

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Vice-presidente da República e coordenador político do Palácio do Planalto, Michel Temer resolveu propor a mobilização “para uma grande pacificação nacional” como solução para o momento de crise do país.

Como presidente nacional do PMDB, Michel Temer participou nesta manhçã de um evento na Fundação Ulysses Guimarães, encarregada da elaboração de estudos e teses para o partido, em que foi anunciado a elaboração do programa partidário para as eleições de 2016 e 2018 e a estartégia do PMDB para a internet.

À saída, Temer disse que o evento significa a largada do partido para uma candidatura própria a presidente da República em 2018. “Nós queremos ser cabeça de chapa”, afirmou.

Ao comentar a crise política deflagrada pela Operação Lava Jato, e as prisões e buscas e apreensões realizadas recentemente pela Polícia Federal, o vice-presidente procurou ser cauteloso. “Nâo quero entrar nesse assunto, porque é extremamente delicado”, chegou a afirmar.

Mas, a seguir, Michel Temer admitiu:

“Essas coisas todas estão abalando um pouco a natural tranquilidade do povo brasileiro. Não temos que nos impressionar com esses atos, e sim levar adiante a ideia de uma grande pacificação nacional”.

Assista:

OU: https://www.youtube.com/watch?v=0dM702oBK4w

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