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sexta-feira, 14 de agosto de 2015 Sem categoria | 09:25

Apontado na Lava Jato, Edison Lobão prevê que Senado aprova fácil recondução de Janot e diz que também votará a favor

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Ex-ministro das Minas e Energia, o senador Edison Lobão (PMDB-MA) é uma dos apontados pelos delatores da Operação Lava Jato como tendo recebido suborno na construção da hidrelétrica de Belo Monte e de Angra 3.

Senador desde 1986 com mandatos interrompidos, ora por ter sido eleito governador, ora para assumir como ministro, é um dos políticos que mais conhece o Congresso.

Mesmo sob ameaça de ser denunciado pela Procurador Geral da República, o senador afirma ao iG que Rodrigo Janot deverá ter sua recondução ao comando do Ministerio Público facilmente aprovada pelo Senado.

Lobão calcula que, apesar da votação ser secreta, Janot terá contra ele apenas somente “quatro ou cinco votos” dos 81 senadores da Casa.

E mais: O próprio Lobão deverá votar a favor de Janot, segundo ele próprio disse ao iG. Veja:

Ou: https://www.youtube.com/watch?v=zO6nV2tXTCk

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terça-feira, 7 de julho de 2015 Sem categoria | 09:21

PT agradece ao PSDB por ter despertado Dilma da letargia

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O PT dormiu tarde ontem, à espera do resultado das reuniões da presidente Dilma Rousseff com líderes e presidentes de partidos aliados, e acordou cedo hoje, para ler a entrevista da presidente ao jornal “Folha de S.Paulo”.

E o primeiro sentimento na cúpula do partido está sendo de agradecimento aos tucanos pelas ameaças de impeachment contra a presidente da República propaladas na Convenção Nacional do PSDB, ocorrida no domingo.

Graças aos tucanos — acreditam os petistas — enfim a presidente Dilma sentiu  que está mesmo numa crise e resolveu agir, “resolveu conversar, fazer política”, disse ao iG um dos comandantes do PT.

Não que ninguém acredite que o humor dos aliados vá mudar de uma hora para outra. Mas, pelo menos, desta vez, Dilma demonstrou “respeito com a crise e com os políticos aliados”. Especialmente com relação ao PMDB, o maior partido do Congresso e da base aliada e, portanto, a maior ameaça à governabilidade.

O fato de Dilma ter chamado os presidentes da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), para uma conversa em separado, depois da reunião do Conselho Político, foi interpretado no PT como, enfim, ela tendo seguido o conselho do ex-presidente Lula.

Lula disse várias vezes a Dilma que ela precisava conversar melhor com renan e Eduardo Cunha, mas a presidente não seguia seu conselho.

Lá atrás, quando indicou Dilma para sua sucessão, Lula foi questionado sobre o temperamento da então ministra, pouco afeita à conversa, a ouvir os outros. Ele sempre respondia que, quando Dilma sentasse na cadeira de presidente da República iria entender a necessidade de ser humilde às vezes. Ouvir.

O que vinha deixando Lula irritado era a constatação de que Dilma não havia ainda aprendido essa lição. Agora, enfim, segundo relatos que o PT obteve das duas reuniões de ontem à noite, e até mesmo conforme o demonstrado na entrevista ao jornal, a presidente parece ter sentido a necessidade de mudar seu comportamento.

Mesmo quando deu a entender que nada tem a ver com o que ocorreu na Lava Jato, Dilma não partiu para jogar no ombro de ninguém. Isso agradou aos petistas, assim como o fato de ela ter explicitado que não é o PMDB quem quer impeachment e ter-se manifestado contrária à prisão dos donos das empresas que prestaram serviço à Petrobras.

A torcida agora é que Eduardo Cunha e Renan Calheiros deem uma trégua ao governo no Congresso. Especialmente Eduardo Cunha, que vinha soltando fogo pelas ventas.

A relação entre ele e o PT no Congresso está absolutamente deteriorada.

 

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terça-feira, 26 de maio de 2015 Sem categoria | 12:36

Renan defende aprovação das MPs do ajuste, mas com alterações

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O presidente do Senado, Renan Calheiros, chegou há pouco à Casa anunciando que tentará votar hoje e amanhã as medidas provisórias do ajuste fiscal. Os senadores começam pela MP 665 e seguem com a MP 664.

Renan deu sinais de que não é favorável à derrubada das MPs. defendeu que é preciso mostrar que as “coisas estão sendo resolvidas”, mas também acenou que o Senado faça mudanças nos textos editados pelo governo.

O presidente do Senado disse não defender a saída do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, mas acha que o ajuste está na direção errada. “Precisamos qualificar o ajuste”, afirmou.

Ele também falou do corte de R$ 69,9 bilhões no Orçamento. defendeu que, mais do que os cortes, o importante é reduzir o número do ministérios. Renan afirmou que este é um caminho inevitável. Disse que o Congresso pode até aprovar um projeto de emenda constitucional com os cortes, mas que o ideal é que o governo se antecipe.

Sobre o projeto de reforma política, disse que seu colega presidente da Câmara, Eduardo Cunha, acertou em apressar a votação levando-o direto ao plenário.

Assista:

MPs do ajuste

Contingenciamento

Reforma política

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