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Arquivo de outubro, 2014

terça-feira, 21 de outubro de 2014 eleições | 16:12

Faça sua escolha: Pezão ou Crivella para governador do Rio?

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Eis abaixo as entrevistas que Luiz Fernando Pezão (PMDB) e Marcelo Crivella (PRB), adversários no segundo turno das eleições para governador do Rio de Janeiro, concederam ao iG e à RedeTV. As entrevistas foram ao ar nos dias 15 (Pezão) e 16 (Crivella) de outubro.

Assista e faça sua escolha:

CRIVELLA

PEZÃO

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sexta-feira, 3 de outubro de 2014 eleições, partidos | 20:19

A conferir: Temer jura que em 2018 PMDB lança candidato, mesmo contra Lula

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É isso mesmo que o vice-presidente da República, Michel Temer, disse na entrevista ao programa Opinião, da TViG: seu partido terá candidato em 2018, até mesmo contra o ex-presidente Lula.

Vale a pena guardar o vídeo para conferir… em 2018.

Marina se desconstruiu por suas contradições, diz Michel Temer ao iG


Por iG São Paulo | 02/10/2014 06:00

Ao programa Opinião, da TViG, vice-presidente da República diz que o eleitor percebeu incoerências no discurso da ex-senadora – que tem mudado de posição “de um dia para o outro” – e afirma que o PMDB terá candidato próprio em 2018, mesmo se o candidato do PT for o ex-presidente Lula

Em um reforço ao discurso crítico adotado pelo PT na reta final do primeiro turno, o vice-presidente da República, Michel Temer, afirma que a ex-senadora Marina Silva desconstruiu-se em decorrência das contradições que marcaram sua candidatura ao Palácio do Planalto. Para Temer, também candidato à reeleição ao lado da presidente Dilma Rousseff, o eleitorado brasileiro percebeu as incoerências nas declarações de Marina, alimentando assim sua recente queda as pesquisas de opinião.

Temer foi entrevistado no programa Opinião, pelo publisher do iG, Tales Faria; o diretor de Jornalismo, Rodrigo de Almeida; a diretora da sucursal de Brasília, Clarissa Oliveira; e o editor-chefe do Infomoney, site parceiro do iG, João Sandrini.

“Ao longo do tempo, ela (Marina) foi modificando posições. Não só posições em relação ao passado, como posições tomadas de um dia para o outro. E isso o eleitorado percebe”, afirmou Temer, citando como exemplos as posições da ex-senadora sobre temas como o Código Florestal e a CPMF. “Acho que em matéria política uma certa coerência é importante. E a coerência muitas vezes deriva da modificação de posição. Mas aí você tem que dizer: eu era assim no passado, hoje percebi que as coisas evoluíram.” Segundo ele, isso não ocorreu com a candidata do PSB.

Descrevendo a relação entre PT e PMDB como de “parceria”, Temer também defendeu uma candidatura própria de seu partido na próxima eleição. “O PMDB vai ter candidato em 2018”, disse. Ele nega que o quadro seja o mesmo de eleições passadas, em que a candidatura própria pautou o discurso peemedebista, mas não foi levada adiante. Segundo Temer, há neste momento um “patriotismo” crescente no PMDB, fazendo com que o partido esteja “praticamente fechado” em relação ao tema.

Temer afirma que a premissa de uma candidatura própria do PMDB existe mesmo que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se lance candidato na mesma eleição, como já planeja o PT. “E quem sabe se o Lula não for candidato, o PT não venha conosco e ocupe a vice?”, pergunta.

Segundo mandato

Ao falar sobre as perspectivas de um segundo mandato para a presidente Dilma Rousseff, Temer disse não ter preferências por enfrentar Marina Silva ou o tucano Aécio Neves num eventual segundo turno. Ainda assim, ele admitiu a necessidade de serem feitas “adaptações” no governo, caso a reeleição se concretize. Ele citou especificamente a necessidade de “novas formulações” na economia e na política. “Penso que num próximo governo estamos amadurecidos, nós todos, o País, para uma reforma tributária sistêmica. Isso dá segurança ao investidor.”

Questionado sobre a necessidade de Dilma melhorar a relação com a classe política e com o Congresso, o vice-presidente disse acreditar que há um “equívoco” em relação ao assunto. “Acho que ela vai ter um contato maior, mas quando se diz que ela não tem contato nenhum com a classe política não é verdadeiro”, afirmou. “O que talvez ela venha a fazer neste segundo mandato é intensificar, não o contato institucional, pois isso existe, mas o contato pessoal.”

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